Palácio da Bolsa do Porto / Pátio das Nações

O espaço de 506 m2 que fora claustro do convento a céu aberto, é hoje o magnífico Pátio das Nações, um hino às relações comerciais, enunciado em tempos de euforia livre-cambista. Em cada uma das quatro faces do Pátio elevam-se seis colunas pompeanas em ferro fundido, destinadas a aliviar as paredes da carga enorme representada pela vasta cúpula metálica, da autoria de Tomás Soller, que recobre todo o átrio. Na base côncava da armação apresentam-se, além do escudo nacional, mais dezanove brasões heráldicos, executados por Luigi Manini, respeitantes aos países com os quais Portugal mantinha as mais estreitas relações de amizade e de comércio.
As quatro cantoneiras que dividem estas pinturas, comemoram datas relevantes para a actividade mercantil desta praça.
Merece também atenção o pavimento desta enorme quadra. Revestido de mosaico cerâmico, desenhado por Tomás Soller, a sua ornamentação, com predomínio de motivos geométricos, inspira-se nos modelos greco-romanos descobertos em Pompeia. O “floor” da Bolsa de Valores do Porto, fundada pela Associação Comercial do Porto, funcionou neste local até meados da década de 90 do século XX.


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